BRASÍLIA
*por Ana Maria Lopes Toda vez que chove Brasília me dá um arco-íris Toda vez que o sol nasce ela me oferece um prisma Em toda seca Brasília mostra o espanto do renascer Em toda vez que
*por Ana Maria Lopes Toda vez que chove Brasília me dá um arco-íris Toda vez que o sol nasce ela me oferece um prisma Em toda seca Brasília mostra o espanto do renascer Em toda vez que
por Lucília Garcez* Não nasci aqui, mas sou brasiliense. Ao acompanhar Brasília se construir como cidade, fui me construindo como sou hoje. Normalmente, as pessoas estão ligadas a uma cidade por meio dos ancestrais, das famílias, da sua história
* por Marcia Zarur Uma cidade sonho, em forma de borboleta, nos traços de Lucio Costa; Também futurista, nas curvas ousadas da arquitetura de Niemeyer; Totalmente audaciosa na determinação de JK; Mas divertida e lúdica na arte de Athos
*por Claudine M. D. Duarte “Há um fim. Quando se chega ao fim, começa-se tudo de novo. Não é uma viagem e um retorno, mas um ciclo fechado, um quarto trancado, uma cela. Fora do quarto trancado está a paisagem
por Priscila Fernandes Costa* Cinthia Kriemler nasceu no Rio de Janeiro, mas mora em Brasília desde 1969. É formada em Comunicação Social/Relações Públicas pela Universidade de Brasília. Começou a se aventurar na escrita ficcional aos 50 anos de idade
por Lucilia de Almeida Neves Delgado* Despedidas são vida efervescente em suas ambíguas ardências. Separam pessoas, criam fronteiras, afastam ambientes, lugares, aconchegos e vivências que ficaram pelo caminho. Estão sempre presentes no que constitui as plurais essências do ser.